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Archive for maio \31\UTC 2010

Comecei a ler “O Código da Vida” no mesmo dia que terminei “Alice”. E, desde o primeiro parágrafo, eu me encantei pela história que ia lendo…

Trata-se de uma autobiografia (e, como eu disse antes aqui, sempre gostei de ler biografias, em especial quando o biografado é o autor do livro), mas esse livro tem a narrativa inteiramente diferente das outras biografias que eu já li: a princípio o autor escreve a sua história não linearmente e, ainda, não conta diretamente sobre a sua vida.

É que Saulo Ramos preferiu seguir um caminho tortuoso na hora de escrever o seu livro: ele conta sobre a sua vida de maneira de maneira indireta, tecendo comentários e contando fatos marcantes da história do país, especialmente, do universo jurídico, tendo como base para o livro um dos muitos casos marcantes em que trabalhou.

São muitas as histórias, muitos os segredos revelados e muitas curiosidades contadas, em especial, para os juristas que torna este livro imperdível!

Não sei dizer se não houve uma dose de exagero na narrativa (eu mesma costumo falar que, ao contar uma história, se a gente não exagerar não tem graça nenhuma, rs) e, em sendo advogado, as chances de teatralizar as experiências é deveras grande (experiência própria novamente, rs) mas, de qualquer maneira, é um livro estupendo, que instiga o amor pela advovacia, daqueles que lemos e ficamos insistindo para os nossos amigos lerem também.

Se você gosta de história do Brasil, não perca; se você é advogado (a)/juiz (íza)/estudante/etc., você tem verdadeira obrigação de ler, assim como tem que saber o artigo 5º da CF.

Compra-se o livro por, mais ou menos, R$ 45.

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Eu fiz uma pequena cirurgia na mão esses dias e, por isso, fui impedida de trabalhar; assim, para não cair no tédio total, fiz umas pequenas compras, tais como o livro que estou comentando agora e alguns dvds para passar o tempo.

Eu li Alice sem maiores pretensões e confesso que comprei essa edição do livro mais pelas ilustrações maravilhosas de Luiz Zerbini do que pela história em si, já que eu já havia lido o livro quando criança e, mesmo que não tivesse lido, já sabia da história fantástica e das aventuras surreais vividas pela personagem que dá título ao livro.

Quando se lê um livro como esse, acredito que a gente deve se despir de quaisquer julgamentos, ideais lógicos ou pensamentos estritamente racionais.

Acredito que não há mais nada a se tratar do livro, a não ser dizer: leia, leia, leia. É incrivelmente bem escrito e muito muito muito bom.

Apenas um pequeno aviso: para quem não sabe, o filme de Tim Burton que estreou na semana passada é uma mistura desse livro com o outro de Lewis Carroll, “Alice através do espelho”…

Eu comprei o meu por R$ 45.

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