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Archive for the ‘Aleatórios’ Category

Olha, vou falar a vocês… Não existe nada mais desestimulante para mim do que vivenciar uma safra de leituras que me desmotivam.

Não suporto escrever sobre livros que não me fizeram prender a respiração porque não gosto de desmerecer o trabalho dos outros sendo que o problema pode estar exatamente em mim, não no outro.

Entendo que quando a gente não fala bem, atrapalha muito o esforço de outra pessoa (ninguém é obrigado a falar bem, antes que a patrulha ranzinza venha me trucidar! eu, inclusive.), mas falar mal é outra história: você não apenas atrapalha, detona o trabalho do outro (e muitas vezes sem razão).

Isso vale para as mais diversas vertentes de trabalho e eu aplico isso diariamente na minha vida, me policiando para não atrapalhar os outros, especialmente no que tange à cultura.

Vivencio a luta que é produzir cultura no Brasil e me sinto na obrigação de honrar aqueles que têm como norte da vida a arte e o entretenimento, por isso prefiro me ausentar daqui a dizer que eu não gostei desse ou daquele livro, porque sei bem que posso influenciar a opinião de outras pessoas (isso acontece com todo mundo, em todas as áreas, hein?).

E não quero o peso dessa responsabilidade comigo.

Ainda tem um outro porém.

O último livro que li foi “O crime do restaurante chinês”, de Boris Fausto.

É um livro maravilhoso e até recomendo ele para outras pessoas porém, como a minha área me dá uma determinada visão sobre o livro, achei que seria chatíssimo para quem não é jurista ler sobre o princípio da verdade real no direito processual penal aplicado ao tema do livro.

Não dá pra ficar discorrendo sobre processo penal aqui, né? Até porque essa é, de longe (juntamente com Direito Trabalhista), a minha área do Direito de menor conhecimento.

De qualquer maneira, leia ele. É bom pra lhe fazer pensar duas vezes em quem votará no dia 31/10.

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Gente querida,

Como muitos já sabem, eu me formo amanhã.

Não farei solenidade pomposa nem entrarei ao som de Cidade Negra no palco, mas seria muito legal se todos vocês pudessem dividir comigo este momento muito importante de minha vida, que já vai chegando em ótima hora e com muita perspectiva e esperança de crescimento pessoal e profissional.

Eu amadureci e aprendi muito durante estes seis longos anos e cada um que está recebendo este e-mail-convite (perdão àqueles que receberão dobrado, eu não sabia pra qual e-mail enviar) fizeram ou fazem parte disso e são muito importantes para mim.

De fato, eu não imaginava que estaria comemorando da maneira como estou este cumprimento de etapa nem pensei que poderia estar já começando a pensar no próximo ciclo de minha vida tão rapidamente assim, mas sou muito grata por tudo que aconteceu e tem acontecido.

De qualquer forma, tenho muito a agradecer aos meus amigos do De Rosa, que muito me ajudaram a crescer (obrigada pelos puxões de orelha e pelos elogios!) e escolher uma trilha profissional a seguir e me mostraram que eu posso trabalhar e ter amigos no mesmo lugar (é extremamente prazeroso acordar durante a semana); aos meus pais, em conjunto, pelo apoio, suporte, ajuda e carinho sempre; ao meu pai, por me ajudar a me apaixonar pelo direito me mostrando a sua paixão pela profissão (não chore ainda, haha); a minha mãe, que sempre me ensinou a força das mulheres Cunha para resolver os problemas; aos meus irmãos, que até quando brigamos me mostram que a gente se ama pra sempre; ao Leleo, por estar sempre presente, amoroso, me fazendo rir e acreditando em mim, até mesmo nos momentos das minhas maiores crises nas quais nem eu me dava crédito (foi assim com o estágio, com o escritório, com a OAB, etc., etc., etc.); à minha família, em especial aos Siris, por serem companheiros e engraçados, pelas brigas cômicas, pelas fofocadas e pelas programações, almoços, planejamentos, natais e tudo mais que me remeta a muitos dos dias mais alegres que tenho lembrança; à família de Lelo, pela agradável e inesquecível acolhida, me fazendo me sentir realmente uma de vocês, abraçando as particularidades de cada um, e me dando a sensação de que posso dizer que a família é minha também; às minhas amigas do Vieira, que desde pequenas sempre estiveram ao meu lado, mesmo quando não puderam estar ombro a ombro comigo, sempre me oferecendo o carinho que todo mundo deveria receber; aos meus amigos da vida toda, que estiveram comigo até quando eu não imaginava que precisava, me fazendo rir e me auxiliando a encontrar caminhos alternativos para a resolução dos problemas que eu trazia (Dima, Gaby e Naty, especialmente vocês!). A todos vocês, o meu mais sincero e eterno agradecimento.

Lembro que a festa verdadeira será apenas quando a bendita reforma de lá de casa acabar, mas a solenidade simplinha será amanhã, no campus da Federação da UCSal, a partir das 19:00hrs. Vou ficar muito feliz em ver quem puder ir amanhã!

Obrigada por tudo! Um beijo e até amanhã,

Marianna/Mari/Nanna.

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Aos que ainda vêm ao blog e ficam desapontados com a quantidade escassa de posts e a ausência de novidades, devo explicações e desculpas.

Para quem ainda não sabe, seja por não me conhecer, seja por não acompanhar o twitter, eu estou na reta final da faculdade de direito e, por conseguinte, na reta final, também, da segunda fase do exame da OAB.

Tentei conciliar a leitura dos meus livrinhos amados com a dos livros técnicos mas não consegui, porque ainda tenho que conciliar este último com a faculdade, escritório e um pouquinho de lazer, já que ninguém é de ferro.

Contudo, a notícia que trago é boa: a prova que vou fazer já é no domingo que vem, 25, e depois disso, estarei inteiramente livre para voltar às minhas leituras e tudo o mais!

Assim, agradeço a compreensão e as visitas ao blog e aos comentários deixados aqui, gosto muito de receber este “carinho” nesta situação delicada na qual me encontro! Só eu sei o quanto estou sofrendo de saudade dos meus livrinhos… 😐

Seguindo a linha “cenas dos próximos posts“, eu deixo aqui o que lerei após “Ensaio sobre a lucidez”:

– “Tête-à-tête”, de Hazel Rowley;

– “Walden ou A vida nos bosques”, de Henry David Thoreau; e

– “A volta para casa”, de Bernhard Schlink.

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Obrigada!

Antes de começar a escrever, devo agradecer a brilhante ideia e encorajamento de minha amada amiga Gabriela, afinal, sem o seu apoio e suas palavras, eu não estaria escrevendo aqui.

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